Foco no planeta!

Qualquer estudo sério em astrologia começa com os planetas. Óbvio, não?

Sim, com os planetas. Não com os signos. Por séculos a tradição astrológica via os signos como qualificadores da atividade planetária. Marte em Áries está em domicilio, Marte em Cancer está em queda. Reparem que o foco aqui é o planeta!

A ideia é bem intuitiva. Desde que o homem olha para o céu a noite, os pontos brilhantes no firmamento eram divididos em duas categorias: “pontinhos” que se moviam, “pontinhos” que ficam parados. Básico, não?

Pois é, os “pontinhos” que se moviam foram chamados de planetas. A raiz da palavra em grego, significa errante…viajante. Consequentemente, os astrólogos/astrônomos da antiguidade começaram a criar métodos para tentar compreender qual a trajetória de cada planeta na esfera celeste.

Os signos surgem aí e, como eu mostrarei num futuro post, as constelações do zodíaco informaram os nossos signos tropicais. Ou seja, a ideia estapafúrdia de que foi criado um 13º signo só ganhou projeção porque as pessoas não sabem o que é um “signo”.

Mas aí você me diz: “Peraí, eu sou taurino!”. Eu responderia que você apenas achou um fator que você compartilha com 1/12 da população mundial. Tanto Adolf Hitler quanto Leonardo da Vinci tinham o Sol em Touro. Aliás, há um post engraçadíssimo do Blog do astrólogo Yuzuru Izawa falando sobre esta obsessão com os signos solares. Pessoalmente, se for para jogar no chutômetro, acho mais produtivo saber qual a condição da Lua na Carta Natal.

Enfim, os próximos posts falarão sobre os planetas do Sistema Solar da perspectiva astronômica, astrológica.. com uma pitadinha de mitologia. Tudo em doses homeopáticas para que você não precise ler textos muito longos. Sabe como é, talvez você seja “capricorniano” mas não tenha lá muita paciência. 🙂